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Aí, no mês passado acontece todo esse furdúncio e o furto de duas obras de arte importantes do acervo do museu, que não tinha nenhum tipo de sistema de segurança, que não tinha nem mesmo funcionários na hora do roubo. O Retrato de Suzanne Bloch, de Picasso e O Lavrador de Café (acima), de Portinari, foram levados facilmente. Uma vergonha e muita mídia.
E você sabe bem como a nossa polícia é eficaz, como nossos investigadores demonstram resultados rápidos e não perderm uma pista. E agora, menos de um mês depois de terem sido roubados — 19 dias, pra ser exata —, os quadros são encontrados sem nenhum arranhão, depois de pedidos de resgate, é claro.
Não sei não... Tire suas próprias conclusões, leia a historinha aqui e depois me diga se não foi muito oportuno todo esse blá-blá-blá sobre o roubo. Pra mim, aí tem "jeitinho brasileiro" de chamar a atenção pra um outro problema do museu: a falta de dinheiro e a necessidade de ajuda externa.
Se eu fosse consultora financeira, daria a solução: venda uma ou duas obras de arte, pague as contas e se refaça. Não estou sendo radical — o negócio é ser prático. Antes "perder" alguns quadros do que todos.
Mais do que nunca, o ditado "A ocasião faz o ladrão" faz muito sentido...
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