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Dinah, filha de Jacó, a protagonista do livro, que começa como observadora e termina como personagem principal, conta como eram os costumes em uma época em que as famílias eram praticamente nômades no deserto. Quando viviam em tribos e os homens tinham várias esposas. Mas José, seu irmão, não é o mesmo José de Maria, mãe de Jesus (e é isso que você espera quase que o livro todo para descobrir, e foi assim que me decepcionei com ele).
Foi dessa forma que ela teve quatro mães, todas irmãs. E mais do que a trama em si, que acaba por mostrar o que acontece sempre — a ganância que surge, quando há maiores possibilidades de melhor de vida —, o que ficou do livro, foi a força e a dignidade que uma mãe, mesmo que seja de longe, pode dar a seus filhos.
Bom para conhecer costumes diferentes. Ela, nascida em Canaã, acaba vivendo no Egito e vê as diferenças de considerações que existem entre os dois mundos: no Egito, as mulheres tinham tanto poder quanto os homens, sentando-se ao lado deles nas refeições, que demonstravam carinho por elas. Na cultura cananéia, as mulheres eram inferiores (mesmo que na verdade sempre influenciassem seus maridos) e sempre tinham que estar atrás dos homens.
Bom livro. Com “cenas” fortes de sexo, de adoração a vários deuses e ainda de assassinatos frios e calculados. Realmente uma forma de mostrar a “vida pagã” daquela época, anterior à história de Jesus, filho de Deus. Mas eu esperava mais.
Comentários
Tenho 40 anos e concordo plenamente com a sua opinião.
Esperava mais do livro, sou evangélica e acreditava que ele descrevesse um pouco melhor os costumes cristãos e não o cotidiano pagão já conhecido e amplamente divulgado em outros livros.
Abraços
Senão vejamos:
Labão, Jacó, Esaú e a propria Dinah estão no ANTIGO TESTAMENTO e portanto antes do Advento do CRISTO; portanto sequer existia cristianismo quanto mais costumes cristãos.
Pelo mesmo motivo não poderia referir-se a José marido de Maria e pai adotivo de Jesus, mas sim àquele José que interpretou o sonho do farao aquele das setes vacas magras etc....
A proposito sou católica
A leitura é maravilhosa, justamente por nós proporcionar a liberdade de voar junto com as palavras...Majô Zarandieta.
Sempre que posso, recomendo.