O melhor e o pior

O jornal The Wall Street Journal publicou em dezembro uma lista com o que foi considerado o melhor e o pior da propaganda no ano passado.

Várias idéias muito boas como a Campanha para a Real Beleza
da Dove (Custo de USD 150.000 / quase 29 milhões de visitas na internet /dezenas de filmes amadores com grande visibilidade imitando e repercutindo o conceito); a transformação de lojas 7-Eleven em supermercados idênticos ao do desenho dos Simpsons (os itens de merchandising venderam o dobro / mais de U$7 milhões em publicidade gratuita em mídias / 10 milhões de acessos ao site no dia de lançamento da campanha).

O pior, segundo o artigo, foi a campanha de guerrilha do Cartoon Network em Boston (Sinais luminosos foram espalhados pela cidade e confundidos com uma ameaça terrorista; estações de trem e ruas foram bloqueadas pela polícia, causando enorme transtorno / A campanha abalou a crença das campanhas de guerrilha resumida pelo ditado “peça perdão mas não peça permissão” /
A Time Warner pagou U$ 2 milhões em multa para a cidade, com enorme desgaste para sua imagem ); a Bud TV também foi fracasso (A cerveja Budweiser lançou um canal de TV na Web com mais de 2000 minutos de programação original, a um custo de mais de U$ 15 milhões e o resultado foi insignificante: 1 milhão de vídeos vistos e um tempo médio de visita de 7 minutos).

E muito mais que pode ser lido, visto e acessado no próprio artigo. Por causa dele, vi a tal da campanha da Dove, que tem sua versão brasileira, é claro. Mas o anúncio é muito legal e melhor ainda são as paródias. Diversão garantida! Veja o original e depois uma das paródias:




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