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Os eternos penetras de festas e eventos estão mudando de perfil. É que a maioria são formados por jovens, de boas famílias e com acesso a alta tecnologia. Isso está trazendo para organizadores de festas e eventos um problema complicado: a alta sofisticação na clonagem de ingressos e credenciais. Hoje, com PCs, scanners e impressoras é possível copiar qualquer coisa.
Para enfrentar esse problema, a DIMEP GPS está testando em um camorote da Festa do Peão de Barretos um sistema inédito de leitura de digitais. Essa tecnologia permitirá também que os organizadores tenham um histórico do comportamento de seus convidados nos principais eventos. Ou seja, comportou-se mal, bebeu em excesso ou causou algum tipo de problema, vai estar registrado no banco de dados. Este tipo de monitoramento diminuiu em quase 70% as confusões em alguns shows e grandes eventos na Europa.
PS.: Li essa matéria pro Marcelo e ele acabou por se lembrar da história dessa empresa, que é muito legal: eles têm um museu e contam que começaram como fabricantes de relógio mas, com o advento do relógio digital, quase fecharam. Então, o Sr. Dimas resolveu fazer relógios de ponto - pra picar o cartão no começo e fim do expediente. Sempre a tecnologia nos seus calcanhares e na sua cabeça, com uma visão e tanto de empreendedorismo, o fez ficar um passo à frente. Hoje, já estão testando leituras digitais. Não é o máximo?
Se você acessar o site, vai ver que até hoje fazem ainda aqueles relógios de jardim e coisas do tipo! Isso que é tradição aliada a inovação!
Para enfrentar esse problema, a DIMEP GPS está testando em um camorote da Festa do Peão de Barretos um sistema inédito de leitura de digitais. Essa tecnologia permitirá também que os organizadores tenham um histórico do comportamento de seus convidados nos principais eventos. Ou seja, comportou-se mal, bebeu em excesso ou causou algum tipo de problema, vai estar registrado no banco de dados. Este tipo de monitoramento diminuiu em quase 70% as confusões em alguns shows e grandes eventos na Europa.
PS.: Li essa matéria pro Marcelo e ele acabou por se lembrar da história dessa empresa, que é muito legal: eles têm um museu e contam que começaram como fabricantes de relógio mas, com o advento do relógio digital, quase fecharam. Então, o Sr. Dimas resolveu fazer relógios de ponto - pra picar o cartão no começo e fim do expediente. Sempre a tecnologia nos seus calcanhares e na sua cabeça, com uma visão e tanto de empreendedorismo, o fez ficar um passo à frente. Hoje, já estão testando leituras digitais. Não é o máximo?
Se você acessar o site, vai ver que até hoje fazem ainda aqueles relógios de jardim e coisas do tipo! Isso que é tradição aliada a inovação!
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