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Na minha opinião, Érico Veríssimo tem toda a razão. Mas de qualquer maneira, fugindo ou buscando, a gente sempre se encontra nas viagens que faz.
Digo isso porque já fiz viagem para fugir — e foi quando mais me encontrei: não tive como fugir de mim mesma, de todas as decisões, de todas as conversas que sempre deixava para depois. O tempo da viagem abriu meus olhos e também me doeu muito. Foi uma libertação dolorida: fugindo, encontrei muitas respostas.
As viagens em que busquei coisas, respostas, amigos, vivências, foram as mais inesperadas. Sempre foi assim. Pra essas, eu nunca e sempre estou preparada. Qualquer coisa pode acontecer — porque você está aberto para isso. Nessas viagens os olhos têm outra visão de tudo, de todos. O cotidiano deixa de acontecer: tudo é novo, tudo é possível. Eu amo isso e duvido qe exista alguém que não goste.
Agora estamos de novo com uma viagem a chegar: já faço planos para a minha viagem em outubro. Lugares a ir, para apresentar a Europa ao Marcelo, grandes amigas pra visitar (e que já estão organizando tudo para nossos festejos por lá).
Essa expectativa é a melhor parte de tudo! Hoje vamos tirar um tempo pra gente, pra namorar mapas, estudar guias de turismo, fazer planos. Não é bom?
Eu sugiro que você faça o mesmo: planeje. Mesmo que não seja para agora, é bom ter cartas na manga, saber o que quer, mesmo sem saber o que busca. As coisas vêm para as pessoas que tem mente e peito aberto!
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